Contabilidade para salão de beleza

Contabilidade que entende de beleza

Do MEI da cabeleireira ao salão com equipe e profissionais parceiros: contabilidade que entende como o seu negócio fatura — e te ajuda a pagar o imposto justo, sem sustos.

O que pega no seu ramo

As armadilhas de quem vive de beleza

01

Salão Parceiro mal aplicado

A Lei do Salão Parceiro permite que o repasse aos profissionais não conte como receita sua — mas só com contrato homologado e nota emitida do jeito certo. Feito errado, você paga imposto sobre dinheiro que nem é seu.

02

Crescer e estourar o MEI

Agenda cheia, segunda cadeira, recepcionista… e o limite do MEI (R$ 81 mil/ano, 1 funcionário) fica pequeno rápido. A transição pra ME no momento certo evita retroativo e multa.

03

Produto e serviço misturados

Revenda de produto paga ICMS; serviço paga ISS. Sem separar direito no caixa e na nota, o imposto sai errado — pra mais ou pra menos, e os dois são problema.

Como ajudamos

Feito para o seu negócio

01

Estrutura certa pro seu momento

MEI, ME, Salão Parceiro com contratos homologados — a gente desenha o formato que paga menos imposto dentro da lei, no tamanho atual do salão.

02

Rotina fiscal sem dor

Notas, guias, folha dos funcionários e repasse dos parceiros organizados todo mês — você cuida da agenda, a gente cuida do resto.

03

Números que orientam

Quanto cada cadeira rende, qual serviço dá margem, quanto dá pra retirar — decisões com base em número, não em sensação.

Responsabilidade técnica da contadora Camilla Matos — CRC 341156/O-2, atendimento humano no WhatsApp. Conheça os serviços →

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem é do ramo

Cabeleireira e manicure podem ser MEI?+
Podem — são atividades permitidas no MEI. O limite é faturar até R$ 81 mil por ano e ter no máximo 1 funcionário. Quando o salão cresce além disso (mais profissionais, mais faturamento), o caminho é virar ME — e fazer essa transição planejada custa bem menos que fazê-la atrasada.
O que é a Lei do Salão Parceiro e por que importa?+
A Lei 13.352/2016 permite formalizar os profissionais do salão como parceiros: o valor repassado a eles não entra como receita do salão, então você não paga imposto sobre essa parte. Mas exige contrato de parceria homologado e emissão de nota com o destaque correto. É uma das maiores economias legais do setor — e uma das mais mal aplicadas.
Vendo produtos no salão. Muda alguma coisa?+
Muda. Revenda de produto (shampoo, finalizador) é comércio e envolve ICMS; os serviços pagam ISS. O CNPJ precisa ter os CNAEs certos e o controle precisa separar as duas receitas — é isso que garante imposto certo e nota fiscal sem erro.
Quanto custa a contabilidade pra salão?+
Depende do formato (MEI, ME, com ou sem funcionários e parceiros). Em vez de prometer um número genérico, a gente entende seu cenário em uma conversa rápida e apresenta uma proposta clara, sem letras miúdas.

Seu salão merece contabilidade que entende do ramo

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